Cidade do Kilamba prepara mais de seis mil lotes para investimentos privados


A chefe de repartição de gestão urbana da Cidade do Kilamba, Djamila Franco, anunciou a existência de seis mil e 676 lotes infra-estruturados, na nova centralidade, para implementação de investimentos privados.

Em declarações hoje (sexta-feira) à Angop, referiu que ao lado das zonas residenciais há espaços reservados ao investimento privado para edificar prédios, escritórios, centros comerciais e outros, obedecendo ao plano director da cidade.

Segundo disse, a reserva dos lotes surgiu para atender a uma possível procura de terrenos para implementação de projectos de iniciativa privada.

Na óptica da responsável da área urbanística da Cidade do Kilamba, toda a actividade comercial requer um licenciamento. A administração é a entidade competente para o efeito.

“Existem vários lotes infra-estruturados que estão identificados pela administração local em zonas que estão calculadas a nível de metros quadrados de área previstos para as respectivas actividades”, disse.

Para Djamila Franco, “os interessados vão comprar o espaço e nós vamos regular a actividade e definir que tipo de negócio deve existir em cada estabelecimento.

Os projectos habitacionais em desenvolvimento no país integram as casas económicas e habitação social, sob a exclusiva responsabilidade de construção do Executivo.

A habitação de média e alta renda está a ser materializada por via das parcerias pública ou privada, bem como a construção auto dirigida que conta com a participação individual do cidadão, com o apoio e orientação do Executivo.

Fonte: Angop

Kilamba é uma nova cidade no Município de Kilamba Kiaxi em Angola, na província de Luanda, inaugurada a 11 de Julho de 2011 e projectada para funcionar como sede do recém criado município de Belas.[1]

A cidade do Kilamba está localizada a cerca de 20 quilómetros a sul do centro da capital Luanda, tendo como local de referência o Estádio Nacional 11 de Novembro. O projecto foi concebido para se desenvolver em três fases, com um total de 82 mil apartamentos, numa área de 54 quilómetros quadrados. A primeira pedra do empreendimento foi lançada no dia 31 de Agosto de 2008, sendo a cidade oficialmente inaugurada a 11 de Julho de 2011 pelo Presidente da República José Eduardo dos Santos.

Fonte: Wikipédia

Bié, Huambo e Fundo de Fomento Nacional: últimas


A Angop divulgou as últimas notícias sobre habitação:

Kuito – Mil e 500 casas sociais serão construídas este ano na província do Bié, no âmbito do Programa Nacional de Urbanismo e Habitação, soube hoje (terça-feira), na cidade do Kuito, a Angop de fonte oficial.

De acordo com o director provincial das Obras Públicas do Bié, Fernando Tachatuvela, 300 residências serão erguidas na capital da província (Kuito) e as restantes nos demais municípios, num total de 200 casas cada.
Referiu que as administrações municipais trabalham na preparação das reservas fundiárias, bem como na sua desminagem para garantir o arranque dos trabalhos ainda este mês.
Os outros municípios beneficiários são Andulo, Kunhinga, Katabola, Kamacupa, Nharea, Kuemba, Chinguar e Chitembo.

Huambo: Três mil moradias serão edificadas na comuna da Chipipa

Luanda – Três mil moradias sociais serão construídas até ao final de 2013 na comuna da Chipipa, província do Huambo, no âmbito do programa “Meu Sonho, Minha Casa”, que está a ser implementado pelo Ministério do Urbanismo e Construção.

Segundo um documento enviado hoje (terça-feira), à Angop, a empreiteira Kora Angola, responsável pelo projecto, refere que no quadro do programa estão a ser erguidas, ainda no Huambo, casas sociais nos municípios da Caála (quatro mil), Bailundo (três mil), e Lossambo (duas mil), cujo prazo de execução é de três anos.

As infra-estruturas contemplam a construção de redes de abastecimento de água potável, drenagem de águas residuais domésticas, distribuição de energia eléctrica, iluminação pública e pavimentação das vias.

As três mil moradias da comuna da Chipipa serão geminadas de tipo T3, em edifícios de um, dois e quatro pisos, com apenas dois apartamentos por piso, numa área útil de 100 metros quadrados.

Numa primeira fase do projecto cada habitação ficará orçada em 55 mil e 600 dólares americanos.

Em parceria com o Governo da República de Angola, através do Programa Nacional de Habitação – “Meu Sonho, Minha Casa”, a Kora Angola é responsável pela construção, incorporação imobiliária e comercialização de 40.000 fogos habitacionais, distribuídos pelas províncias do Bié (7.000), Huambo (12.000), Moxico (3.000) Kwanza Sul (5.000), Uíge (7.000) e Luanda (6.000).

Huambo: Imobiliária prevê edificar 20 mil residências em seis províncias do país 

Vinte mil residências sociais serão edificadas este ano nas reservas fundiárias das províncias do Huambo, Bié, Moxico, Kwanza Sul, Uíge e Luanda, pela imobiliária “Kora Angola”, no quadro do projecto “Meu Sonho, Minha Casa”, das 40 mil a ser erguidas até em 2015.

O facto foi manifestado sábado pelo responsável da “Kora Angola” no Huambo, Aduard Sotski durante uma cerimónia de apresentação do projecto aos estudantes do ensino médio, universitário, classe empresarial, representantes de empresas públicas e outros potenciais candidatos de obter residência própria.

Por seu turno, o responsável comercial e marketing da “Kora Angola” para as províncias do Huambo e Bié, Bernardo Florindo, assegurou que o projecto prevê criar novas cidades, onde os cidadãos terão oportunidade de ter casa própria e outras infra-estruturas com redes de abastecimento de água potável, energia eléctrica, sistema de drenagem e pavimentação das ruas.

De acordo com o responsável, nas províncias contempladas serão construídos casas do tipo A, B, C, D, geminadas e de dois pisos com uma área de 100 metros quadrados, que serão adquiridas num valor de 55 mil e 600 dólares, a serem pagos pelos beneficiários num período de 22 anos.

Em parceria com o Governo da República de Angola, através do Programa Nacional de Habitação – “Meu Sonho, Minha Casa”, a Kora Angola é responsável pela construção, incorporação imobiliária e comercialização de 40 mil fogos habitacionais, distribuídos pelas províncias do Bié (sete mil), Huambo (12 mil), Moxico (três mil) Kwanza Sul (cinco mil), Uíge (sete mil) e Luanda (seis mil).
Habitação

Fundo de Fomento Habitacional entra em vigor este mês 

Luanda – O ministro do Urbanismo e Construção, Fernando da Fonseca, anunciou, em Luanda, para este mês o funcionamento do Fundo de Fomento Habitacional, o primeiro programa de crédito para a compra de habitação em Angola.
Este programa funciona com base num protocolo de garantia financeira no qual intervêm nove bancos comerciais que operam no país.
Trata-se dos bancos de Poupança e Crédito (BPC), Angolano de Investimentos (BAI), Internacional de Crédito (BIC), de Fomento Angola (BFA), de Negócios Internacionais (BNI), de Comércio e Indústria (BCI), Privado Atlântico (BPA), Sol e Keve.
De acordo com o protocolo, o Fundo de Fomento Habitacional assegurará até 80 porcento do valor do imóvel, exercendo o papel de intermediação dos interesses em presença.

Para o governante, no domínio da habitação, o Executivo aprovou instrumentos legais para facilitar o acesso do cidadão ao crédito habitacional e a normalização dos procedimentos por parte de quem busca a oportunidade de ter casa própria.

“São instrumentos cujo surgimento acompanharam a dinâmica do sector da habitação que vê crescer, de forma acelerada, a oferta de habitação no nosso país que, ainda assim, continua a registar défices assinaláveis neste domínio” – referiu.

Inauguração do Hotel Mirangolo, Lubango


A cidade de Lubango, província de Huíla, passa a contar com mais uma unidade hoteleira com uma capacidade para 20 camas. Denominado Hotel Mirangolo, a unidade representou um investimento de 1,9 milhões de dólares 
e gerou 20 novos postos de trabalho directos.

Habitação na Lunda


Este é o maior projecto habitacional que está a ser feito na Lunda Norte, desde a criação desta cidade em 1980, aquando da divisão políticoadministrativa, por decreto presidencial, assinado pelo primeiro presidente António Agostinho Neto, dando assim resposta à carência habitacional. Com a mesma similitude arquitectónica da Nova Centralidade do Kilamba (NCK) em Luanda, a do Dundo vai entregar as primeiras residências em Setembro de 2012, num total de cinco mil apartamentos.

Projectada num perímetro de 500 hectares, quando for concluída esta portentosa obra, beneficiará mais de 300 habitantes que vivem na cidade do Dundo e periferia, segundo o vice-governador da Lunda Norte, Lino dos Santos. Avançou que a referida obra não se limita só ao pessoal que vive na Lunda Norte, mas para todos os angolanos que pretendam viver nesta região diamantífera, num futuro muito breve.

Leia em O País, Como a cidade do Kilamba

Odebrecht já investiu USD 1000 milhões no sector imobiliário nacional


A Odebrecht já investiu perto de USD 1.000 mil milhões no sector imobiliário, residências e escritórios, em Angola, tendo conseguido superar o que o seu director de contrato, Félix Martins, os “difíceis” anos de 2009 e 2010 sem paralisar qualquer contrato , e ainda antecipando alguns prazos de entrega.

Félix Martins considera que o “segmento residencial de alto padrão” regista uma oferta superior à demanda, que se localiza agora nos segmentos médio e baixo. Só que este depara-se com um obstáculo: o acesso ao financiamento bancário: “os riscos para a banca são muito elevados ainda. Por outro lado, os materiais ainda são na esmagadora maioria importados, o que eleva os custos”, reconhece o principal responsável pela área imobiliária da empresa brasileira, a maior empregadora privada em Angola. Pelo que, acrescenta “há que conseguir que a banca seja mais segura, que os seus riscos sejam mais diluídos, como há que rever a questão da legislação especifica (com intuito de dar maior garantia aos financiadores de empréstimo/banca credor)”.

Leia tudo em O País, Odebrecht investiu em Angola...

Meu sonho, minha casa


O projecto de construção de 1 milhão de casas até 2012 sofreu um forte abalo com a crise financeira de 2009. Agora que a economia angolana recomeçou a crescer, o projecto, entretanto baptizado Meu Sonho, Minha Casa, sofreu um novo impulso. A iniciativa tem várias componentes. Em 2009, o Ministério do Urbanismo e Habitação estipulou que uma parte dos fogos serão erguidos pelo Estado (115 mil); uma segunda parcela (120 mil) pelo sector privado e uma terceira (685 mil) através da autoconstrução dirigida.

Leia tudo na Exame Angola, em O nome de código é Kora

Atribuição de casas em discussão


Está instalado um verdadeiro ambiente de nervos no secretariado do Conselho de Ministros, órgão consultivo do Presidente da República e chefe do Executivo.

No cerne deste clima está a atribuição de casas aos trabalhadores mais antigos que a elas nunca tiveram acesso, alguns por mais de 28 anos de trabalho, disse a O PAÍS uma fonte daquele gabinete.

Depois de uma longa esperança, 10 anos, alguns trabalhadores viram-se preteridos em favor de funcionários admitidos, recentemente, nos quadros do Conselho de Ministros, uma situação que lhes desagradou profundamente.

“Nós temos colegas que estavam aposentados, continuaram a trabalhar mesmo sem salários só para ter acesso à casa que foi uma promessa reiterada das anteriores direcções que passaram pelo Conselho de Ministros”, disse a fonte que solicitou anonimato.

Segundo relatou a fonte, o clima por lá está tão mal que alguns colegas seus poderão não suportar o choque causado por esta medida.

Leia tudo em: Atribuição de casas gera descontentamento nos funcionários do Conselho de Ministros