A Angop divulgou as últimas notícias sobre habitação:
Kuito – Mil e 500 casas sociais serão construídas este ano na província do Bié, no âmbito do Programa Nacional de Urbanismo e Habitação, soube hoje (terça-feira), na cidade do Kuito, a Angop de fonte oficial.
De acordo com o director provincial das Obras Públicas do Bié, Fernando Tachatuvela, 300 residências serão erguidas na capital da província (Kuito) e as restantes nos demais municípios, num total de 200 casas cada.
Referiu que as administrações municipais trabalham na preparação das reservas fundiárias, bem como na sua desminagem para garantir o arranque dos trabalhos ainda este mês.
Os outros municípios beneficiários são Andulo, Kunhinga, Katabola, Kamacupa, Nharea, Kuemba, Chinguar e Chitembo.
Huambo: Três mil moradias serão edificadas na comuna da Chipipa
Luanda – Três mil moradias sociais serão construídas até ao final de 2013 na comuna da Chipipa, província do Huambo, no âmbito do programa “Meu Sonho, Minha Casa”, que está a ser implementado pelo Ministério do Urbanismo e Construção.
Segundo um documento enviado hoje (terça-feira), à Angop, a empreiteira Kora Angola, responsável pelo projecto, refere que no quadro do programa estão a ser erguidas, ainda no Huambo, casas sociais nos municípios da Caála (quatro mil), Bailundo (três mil), e Lossambo (duas mil), cujo prazo de execução é de três anos.
As infra-estruturas contemplam a construção de redes de abastecimento de água potável, drenagem de águas residuais domésticas, distribuição de energia eléctrica, iluminação pública e pavimentação das vias.
As três mil moradias da comuna da Chipipa serão geminadas de tipo T3, em edifícios de um, dois e quatro pisos, com apenas dois apartamentos por piso, numa área útil de 100 metros quadrados.
Numa primeira fase do projecto cada habitação ficará orçada em 55 mil e 600 dólares americanos.
Em parceria com o Governo da República de Angola, através do Programa Nacional de Habitação – “Meu Sonho, Minha Casa”, a Kora Angola é responsável pela construção, incorporação imobiliária e comercialização de 40.000 fogos habitacionais, distribuídos pelas províncias do Bié (7.000), Huambo (12.000), Moxico (3.000) Kwanza Sul (5.000), Uíge (7.000) e Luanda (6.000).
Huambo: Imobiliária prevê edificar 20 mil residências em seis províncias do país
Vinte mil residências sociais serão edificadas este ano nas reservas fundiárias das províncias do Huambo, Bié, Moxico, Kwanza Sul, Uíge e Luanda, pela imobiliária “Kora Angola”, no quadro do projecto “Meu Sonho, Minha Casa”, das 40 mil a ser erguidas até em 2015.
O facto foi manifestado sábado pelo responsável da “Kora Angola” no Huambo, Aduard Sotski durante uma cerimónia de apresentação do projecto aos estudantes do ensino médio, universitário, classe empresarial, representantes de empresas públicas e outros potenciais candidatos de obter residência própria.
Por seu turno, o responsável comercial e marketing da “Kora Angola” para as províncias do Huambo e Bié, Bernardo Florindo, assegurou que o projecto prevê criar novas cidades, onde os cidadãos terão oportunidade de ter casa própria e outras infra-estruturas com redes de abastecimento de água potável, energia eléctrica, sistema de drenagem e pavimentação das ruas.
De acordo com o responsável, nas províncias contempladas serão construídos casas do tipo A, B, C, D, geminadas e de dois pisos com uma área de 100 metros quadrados, que serão adquiridas num valor de 55 mil e 600 dólares, a serem pagos pelos beneficiários num período de 22 anos.
Em parceria com o Governo da República de Angola, através do Programa Nacional de Habitação – “Meu Sonho, Minha Casa”, a Kora Angola é responsável pela construção, incorporação imobiliária e comercialização de 40 mil fogos habitacionais, distribuídos pelas províncias do Bié (sete mil), Huambo (12 mil), Moxico (três mil) Kwanza Sul (cinco mil), Uíge (sete mil) e Luanda (seis mil).
Habitação
Fundo de Fomento Habitacional entra em vigor este mês
Luanda – O ministro do Urbanismo e Construção, Fernando da Fonseca, anunciou, em Luanda, para este mês o funcionamento do Fundo de Fomento Habitacional, o primeiro programa de crédito para a compra de habitação em Angola.
Este programa funciona com base num protocolo de garantia financeira no qual intervêm nove bancos comerciais que operam no país.
Trata-se dos bancos de Poupança e Crédito (BPC), Angolano de Investimentos (BAI), Internacional de Crédito (BIC), de Fomento Angola (BFA), de Negócios Internacionais (BNI), de Comércio e Indústria (BCI), Privado Atlântico (BPA), Sol e Keve.
De acordo com o protocolo, o Fundo de Fomento Habitacional assegurará até 80 porcento do valor do imóvel, exercendo o papel de intermediação dos interesses em presença.
Para o governante, no domínio da habitação, o Executivo aprovou instrumentos legais para facilitar o acesso do cidadão ao crédito habitacional e a normalização dos procedimentos por parte de quem busca a oportunidade de ter casa própria.
“São instrumentos cujo surgimento acompanharam a dinâmica do sector da habitação que vê crescer, de forma acelerada, a oferta de habitação no nosso país que, ainda assim, continua a registar défices assinaláveis neste domínio” – referiu.